- Pelo estabelecimento de diálogos com as mulheres ativistas em diversos movimentos sociais, em especial nos movimentos feminista e de mulheres brasileiro.
- Pelo reconhecimento mútuo dos riscos que cada uma sofre, em diferentes frentes de luta;
- Pela ampliação e fortalecimento dos vínculos de solidariedade e reciprocidade que mobilizam o cuidado entre ativistas e fortalecem suas lutas por direitos.
- Pela pedagogia feminista e pelo diálogo intercultural para as mulheres se afirmarem como sujeitos autônomos e, coletivamente, enfrentarem a dominação patriarcal, a ordem heteronormativa, etnocêntrica e racista.
Ações propostas (não reallizadas ainda ou na busca de)
- mapear práticas, metodologias, espaços, pessoas e organizações que desenvolvem experiências para o auto-cuidado e o cuidado entre ativistas;
- desenvolver um marco conceitual e metodológico para alicerçar as ações educativas;
- realizar encontros, oficinas e atividades específicas em processos formativos e organizativos de ativistas;
- instalação de um Centro para os processos de formação, as vivências, o acolhimento, o cuidado, auto-cuidado para e entre ativistas.
A ilustração acima é de Stephanie Pollo