Formação digital amplia canais de venda e ajuda a manter vivo um saber transmitido entre gerações

 

Por 
Bruna Liu, redação Marie Claire — de São Paulo (SP)

  

Ofício das quebradeiras de coco se tornou uma manifestação da cultura nacionalOfício das quebradeiras de coco se tornou uma manifestação da cultura nacional — Foto: Divulgação/ Eneva

Extrair o coco babaçu, abrir a casca, separar a amêndoa e transformar o fruto em diferentes produtos. Essa é a rotina de mais de 300 mil mulheres trabalhadoras rurais do Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará. Conhecidas como quebradeiras de coco, elas aproveitam diferentes partes da palmeira — da castanha às cascas e palhas das folhas — para produzir azeite, sabão, artesanato e outros itens.

Passada de geração em geração, a atividade se tornou uma manifestação da cultura nacional, reconhecida em junho pela lei nº 15.431/2026. É também parte da história de Railane Rimá. Criada no interior do Maranhão, ela acompanhou desde a infância a mãe e as avós na quebra do coco, trabalho que garantiu a criação dela e dos dois irmãos.


Leia também:

Mais recentemente, uma nova oportunidade de formação a aproximou de um universo diferente daquele em que cresceu: o da tecnologia e do empreendedorismo digital.

Aos 30 anos, Railane se formou no curso de letramento digital e marketing promovido pela Eneva e SoulCode. A iniciativa faz parte do Elas Empreendedoras, programa desenvolvido em 2020 pela companhia de energia em regiões próximas às suas usinas de gás natural com o objetivo de ampliar oportunidades de trabalho e independência financeira para mulheres.

 

fonte: https://revistamarieclaire.globo.com/comportamento/noticia/2026/09/tecnologia-abre-novas-fontes-de-renda-para-quebradeiras-de-coco-do-maranhao-nunca-tinha-mexido-no-computador.ghtml

acervo cfemea2