Ofício das quebradeiras de coco se tornou uma manifestação da cultura nacional — Foto: Divulgação/ Eneva
Extrair o coco babaçu, abrir a casca, separar a amêndoa e transformar o fruto em diferentes produtos. Essa é a rotina de mais de 300 mil mulheres trabalhadoras rurais do Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará. Conhecidas como quebradeiras de coco, elas aproveitam diferentes partes da palmeira — da castanha às cascas e palhas das folhas — para produzir azeite, sabão, artesanato e outros itens.
Passada de geração em geração, a atividade se tornou uma manifestação da cultura nacional, reconhecida em junho pela lei nº 15.431/2026. É também parte da história de Railane Rimá. Criada no interior do Maranhão, ela acompanhou desde a infância a mãe e as avós na quebra do coco, trabalho que garantiu a criação dela e dos dois irmãos.









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