Além da eleição de governantes estaduais e representantes nos legilstativos estaduais e federal, as eleitoras e eleitores estadunidenses votaram em várias questões (plebiscitos e referendos) para ratificar ou negar decisões legislativas, entre elas o direito ao aborto
* com base em informações publicadas no IHU de 6/11/2026

As eleitoras e os eleitores rejeitaram uma proposta de emenda à constituição do Missouri que teria reimposto restrições à maioria dos abortos. A votação essencialmente reafirmou a decisão d@s eleitor@s de dois anos atrás, quando se tornaram os primeiros no país a revogar uma proibição ao aborto, segundo a AP.
Na Virgínia, uma medida aprovada pelo estado estabelece um “direito fundamental à liberdade reprodutiva” na constituição estadual, garantindo que abortos possam ser realizados durante os dois primeiros trimestres da gravidez. A emenda também estabelece o direito à contracepção e ao tratamento de fertilidade, entre outras coisas.
Uma emenda aprovada em Nevada estabelece o direito fundamental ao aborto até a viabilidade fetal, geralmente considerada como alcançada após 21 semanas de gestação. A emenda recebeu aprovação inicial dos eleitores em 2024, mas precisou de uma segunda votação este ano para ser incorporada à constituição estadual.
Desde que a Suprema Corte derrubou o direito ao aborto em todo o país em 2022, eleitor@s em mais de um quinto dos estados aprovaram medidas eleitorais que protegem o direito ao aborto.
Em contraste, os eleitores de Idaho, estado com tendência republicana, rejeitaram na terça-feira uma proposta que teria consagrado o direito ao aborto na legislação estadual. A lei atual de Idaho proíbe o aborto, exceto quando necessário para salvar a vida da gestante ou durante o primeiro trimestre em casos de estupro ou incesto.









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