Apesar das contratações aquecidas, disparidade salarial entre mulheres e homens cresceu desde 2024. Elas possuem maior escolaridade, mas são submetidas a ocupações desvalorizadas e de alta rotatividade. E restrições ao trabalho são tratadas como “preferências individuais”

Publicado 17/06/2026 às 17:24 - Atualizado 17/06/2026 às 17:33

Foto: ONU Mulheres/Lali Mareco