Com 75 votos favoráveis, o Senado aprovou a semana de 40 horas e dois dias de folga após cinco meses de espera
O Dia Internacional das Meninas foi instituído pela ONU em 2011, pela Resolução 66/170, que designou o dia 11 de outubro para a celebração da data. O tema global de 2026, construído em consulta com meninas e organizações lideradas por elas, é acabar com o casamento infantil e investir nos direitos das meninas (UNICEF, 2026). E quem são as meninas? Segundo a Convenção sobre os direitos de crianças e adolescentes, criança é qualquer ser humano menor de 18 anos, de modo geral.
Após um primeiro turno marcado pela vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Luiz Inácio Lula da Silva, o cientista político Josué Medeiros avalia que a extrema direita brasileira entrou em fase de consolidação e segue demonstrando força mesmo fora do governo. Em entrevista à RFI, ele afirma que o bolsonarismo se enraizou como movimento social, aponta as mulheres como grupo decisivo da disputa e vê no segundo turno um cenário ainda aberto, apesar da liderança inicial do candidato do PL.
"Se com Lula as conquistas vêm com muita luta, com Flávio Bolsonaro não esperamos nada menos que o caos na gestão socioambiental e na vida das pessoas", escrevem Tânia Maria de Souza e Fernando Cruz Moraes, em artigo publicado por ((o))eco, 13-10-2026.
Deolinda Madre, mais conhecida como Madrinha Eunice, foi a fundadora da Escola de Samba Lavapés, em São Paulo, no ano de 1937; Agremiação é reconhecida como a mais antiga escola de samba paulistana ainda em atividade.
Só existe uma forma de derrotarmos a extrema-direita: é hora de retomar as ruas. Queremos manter o SUS, as políticas sociais e a democracia. Queremos viver. Sabemos que as universidades correm o risco de deixar de existir, de serem privatizadas, da educação pública e gratuita ser trocada por um projeto elitista e que cala as dissidências Não vamos deixar!
O Observatório de Feminicídios Lupa Feminista, entidade civil voltada à defesa da vida das mulheres contra a violência fatal, vem a público externar a inconformidade com a manutenção de elevados índices de assassinatos de mulheres em razão de gênero no Rio Grande do Sul, e chamar a atenção para os poderes institucionais para a ausência de medidas concretas para prevenir violências e feminicídios, bem como para proteger as suas potenciais vítimas. Este posicionamento será divulgado e entregue a autoridades.
Escritor alerta para riscos de retrocessos e convoca a população a ir às urnas em defesa da democracia
No dia 25, a mulher que recebe Bolsa Família ou Benefícios de Prestação Continuada – BPC tem o mesmo poder de voto que qualquer outra eleitora. E esse voto ajuda a decidir os rumos da sua vida e da família que ela sustenta. Por isso, é importante olhar para quem tem compromisso com a proteção social e com a melhoria das condições de vida.
Arqueologia das dores é o primeiro romance de Lia D’Assis, publicado pela Editora Reformatório. Lia é doutora em Teoria e História Literária
No casamento entre capitalismo, rentismo e desmonte social reside a barbárie contemporânea. Vítimas deste tormento, as mulheres o enfrentam em uma eleição após a outra e mantêm a luta por um país que não tenha a desigualdade como fundante
Candidato fascista propõe corte de R$250 bilhões. Ele nega, mas só conseguirá fazê-lo se comprimir aposentadorias, BPC e orçamento da Saúde – ignorando envelhecimento da população e crise climática. Analistas preveem retrocessos e militarização do Ministério
Ana Elisa Silva, de 21 anos, recebeu as ameaças por e-mail durante a campanha eleitoral e denunciou o fato à Polícia Civil, que está investigando o caso. A jovem de Divinópolis foi eleita com mais de 524 mil votos.
Deputada liga votação histórica a pautas materiais e diz que esquerda terá de ampliar mobilização no novo Congresso
Núcleo próximo ao presidente seguiu reunido até perto da meia-noite; estratégia prevê ampliar vantagem no Nordeste e recuperar votos em São Paulo e Minas
Deputada do Psol teve 1,59 milhão de votos, segunda maior votação do país, no mesmo dia em que recebeu ameaça de morte. O Nordeste elegeu sua primeira deputada Federal trans
Fim do salário mensal para a maioria. Precarização facilitada. Novo ataque aos sindicatos. “Tesouraços” nos serviços e servidores públicos. Outra contrarreforma da Previdência. Vasculhamos o programa de horrores do candidato da ultradireita
Não há democracia sem mulheres, sem direitos e sem liberdade
Estudo mostra que mais de 60% dos profissionais da linha materno-infantil não souberam identificar as etnias atendidas e aponta racismo institucional no parto de mulheres indígenas
A política de cuidado está em disputa
As vítimas encontram-se profundamente fragilizadas pelo episódio. A reprodução de versões que minimizam a violência ou transformam as vítimas em participantes de uma suposta “briga generalizada” amplia o sofrimento de mulheres que ainda estão lidando com as consequências físicas e emocionais do ocorrido.
A Economia feminista como disciplina própria surgiu nos anos 1990 a partir da inclusão de pautas concernentes às perspectivas feministas sobre a economia na conferência anual da “American Economic Association”.
O feminicídio termina a vida de uma mulher, mas seus efeitos não se encerram com o crime. Policiais, jornalistas, integrantes do sistema de Justiça, pesquisadoras e outras profissionais convivem diariamente com histórias de violência extrema e muitas vezes levam parte delas para a própria vida.
Confluência Feminista Internacional se manifesta em favor da democracia no Brasil, contra as guerras e contra o imperialismo, pela justiça e pelos bens comuns
O estopim foi o despejo de Mari Carmen Abascal, uma aposentada de 87 anos, de seu apartamento de toda a vida, por não conseguir arcar com uma forte alta no aluguel em Madri.
Chegou em chegança, como a Folia de Reis e as Festas do Divino, as mais generosas e utópicas. Confunde-se com a própria identidade nacional. Articula fé e colaboração comunitária, aproxima matrizes católicas, afro-brasileiras e profanas. Tornou-se negra. Por isso a odeiam tanto
A decisão do STF desloca essa lógica. O centro da análise deixa de ser apenas a relação existente entre agressor e vítima e passa a incluir a motivação da conduta, a desigualdade de gênero e o risco produzido contra a mulher.
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