A violência contra as mulheres na política é uma doença social que compromete as instituições, enfraquece a democracia e empobrece o debate público
Apesar de constituírem a maioria da população e do eleitorado brasileiro, as mulheres seguem ocupando uma parcela reduzida dos espaços de representação política. Esse descompasso revela um dos principais paradoxos da democracia brasileira e evidencia desafios persistentes, como a misoginia, a violência política de gênero e os obstáculos estruturais que dificultam a participação feminina na vida pública.
O período eleitoral costuma ampliar o interesse do Parlamento por pautas de forte apelo social. Entre elas, os direitos das mulheres ocupam hoje lugar de destaque. Nenhuma força política relevante se posiciona publicamente contra o combate à violência de gênero, a valorização da maternidade ou a paridade na representação política das mulheres no poder. Contudo, essa aparente convergência esconde divergências profundas sobre o significado dos direitos das mulheres, o papel do Estado e os caminhos para promover a igualdade.
Projeto Coopera Mais Brasil lançado nesta quinta (2) investirá R$ 2,1 milhões para processamento de mandioca e frutas
Nancy Fraser é uma teórica crítica feminista norte-americana. Ao longo das últimas décadas, realizou importantes contribuições em debates sobre capitalismo, reconhecimento, políticas afirmativas, democracia, justiça e feminismo. Essas contribuições fizeram dela uma referência na teoria crítica contemporânea e uma das principais teóricas da segunda onda do feminismo nos Estados Unidos.
A deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) afirmou hoje que teve a escolta policial retirada pela Câmara dos Deputados.
De 1º a 3 de julho, a Universidade de Brasília realiza a *V Vozes Mulheres na Filosofia, integrada à VI Jornada de Filosofia Política* , dedicada neste ano às Filósofas Brasileiras
O Senado já aprovou por unanimidade o PL da Misoginia. Agora, cabe à Câmara Federal decidir se o Brasil dará mais um passo no enfrentamento aos discursos de ódio e à violência contra as mulheres. Misoginia, Racismo e LGBTfobia são crimes!
Hoje, o Brasil tem uma das maiores populações carcerárias femininas do mundo. Cerca de 65% das mulheres privadas de liberdade respondem por crimes relacionados à Lei de Drogas, e a maioria delas é negra, tem baixa escolaridade e vivia em situação de vulnerabilidade antes da prisão
Evento tem entre destaques Karol Conká, Linn e Ana Maria Gonçalves
Programação do centenário inclui exposição, livro e cinema para celebrar militante das Ligas Camponesas e do MST. Histórica militante das Ligas Camponesas completaria 100 anos. Sua vida e a luta pela terra no Brasil estão intimamente ligadas. Abraçou a bandeira da Reforma Agrária, organizou marchas para denunciar a fome e, durante a ditadura, pediu pessoalmente armas a Mao Zedong
Lançamento nesta sexta-feira (3) marca a criação de um espaço permanente voltado ao fortalecimento da participação social, da organização e da mobilização das mulheres idosas em todo o país
Companheiras que estão no processo do Laboratório Feminista para a Sustentação da Vida, esse artigo é uma leitura que recomendamos que façam e debatam ... Criadas para oferecer uma alternativa às lógicas do capital, muitas hoje seguem a régua excludente. Reduzido a mero fornecedor, o associado precisa “ganhar eficiência”. Surge debate para resgatar propósitos de economia solidária e atualizar legislação
A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução, declarando a escravidão "o crime mais grave contra a humanidade".
Quem participa de movimentos sociais, movimentos feministas e de mulheres, tem percebido, nos últimos anos, o crescimento vertiginoso dos diagnósticos psiquiátricos para os problemas das mulheres, com o consequente aumento da prescrição de remédios que acabam, de certa forma, dopando as mulheres ... essa reflexão da Ianni Macedo vem em boa hora, para que a gente comece a pensar se esses diagnósticos estão corretos, se eles aparecem com um objetivo definido ou se as doenças mentais estão mesmo se instalando em nossas vidas.
Essa 4ª edição tem um significado histórico pois homenageia todas as mulheres que já tomaram assento como Ministras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
À frente da Fiocruz e, depois, do Ministério da Saúde, ela protagonizou o enfrentamento à tragédia e a reconstrução posterior. Como os Sertões euclidianos, lança seu próprio “livro-vingador”, para analisar o genocídio e a resistência. E propõe: ainda há tempo para outro projeto de país
Organizações nacionais e internacionais alertam para um aumento de 40% nas agressões durante o torneio. Dados preliminares indicam que os pedidos de ajuda e as denúncias aumentaram 50% até o momento.
Lutar por justiça nos territórios é um grande risco, no Brasil. Defensores são alvos de assassinatos, perseguições e estigmas. Medidas individuais e policialescas não bastam. Campanha no Maranhão defende uma pedagogia da proteção e criação de lei de preservação da vida
A violência política contra mulheres eleitas tem se consolidado como um dos principais desafios à democracia brasileira. Dados recentes do estudo Mulheres Ameaçadas no Brasil: dos Feminicídios às Cassações de Mandatos, produzido pelo Instituto E Se Fosse Você, revelam a dimensão desse fenômeno.
Publicação reúne análises, informações sobre o processo eleitoral e orientações para estimular o voto consciente e a participação democrática.
Proposta torna públicos dados sobre violência de gênero, preservando a identidade das vítimas.
Senadora terá a missão de articular a tramitação e a aprovação de propostas consideradas prioritárias pelo Executivo
Enquanto a corrida global pela inteligência artificial é liderada por grandes empresas de tecnologia e potências econômicas, uma rede de pesquisadoras, ativistas e organizações da sociedade civil da América Latina e do Caribe propõe outro caminho possível.
Dirigido por Dandara Ferreira, filme revisita a pandemia de Covid-19 no Brasil e os bastidores da CPI da Covid a partir das decisões políticas, omissões e marcas deixadas no país. Para assistir gratuitamente, envie até 29/6 (segunda-feira, um email com seu nome completo (veja o endereço na matéria)
Um número crescente de agrupamentos humanos opta por se afastar das relações regidas pela competição, individualismo e predação da natureza. Criam o novo ou escapam do combate real? O primeiro passo, para avaliar, é conhecê-los
Hugo Albuquerque e Katia Marko analisam ingerência estadunidense em eleições e como será a governabilidade nesses países
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